TOMARA QUE ESSES CORTES NÃO REFLITAM NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, Muitas verbas para segurança publica do estado do RJ são originarias do Governo Federal como ajuda para UPP, contratações, auxilios, bolsas, Copa 2014, e Olimpiadas 2016. (texto nosso)
Decisão faz parte do programa para reduzir em R$ 50 bilhões o Orçamento 2011
Novas contratações até podem ocorrer, mas de forma extraordinária, após análise criteriosa, caso a caso, disse a ministra. "Novas contratações serão olhadas com lupa", afirmou.
A ministra firma, porém, que não há decisão sobre redução do número de cargos de comissão no governo federal (os DAS), nem se eles terão correção salarial nos mesmos percentuais oferecidos à presidenta e aos ministros a partir do Orçamento de 2011.
Segundo Miriam, a folha de pagamento do governo é a principal fonte de gastos do custeio do governo e, por consequência, um dos principais alvos do corte anunciado hoje. Foi feito um levantamento completo das despesas do governo com o funcionalismo federal e novas ações estão a caminho.
O governo usará um contrato que já possui com a FGV para instalar uma auditoria externa sobre a folha de pagamentos do governo, diz Miriam. Além disso, o Ministério do Planejamento quer aperfeiçoar um sistema que oferece alertas automáticos para auditorias por desvios de parâmetros.
Será desenvolvido, ainda, um sistema de cruzamento de dados de cargos e aposentadorias com as informações de Estados, para verificar se o acúmulo de benefícios não atinge o teto do funcionalismo público. Esse pente-fino será feito semestralmente.
Participaram do anúncio o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a secretária do Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Célia Corrêa, e o secretário do Tesouro, Arno Augustin, além de Miriam Belchior.
Fonte: economia.ig.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário